BUSCAPE

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

NOVO TOYOTA PRIUS

Mais tecnológica e com visual completamente novo, quarta geração do híbrido chega ao Brasil em 2016
Novo Toyota Prius (Foto: Divulgação)
As montadoras parecem ter um empenho em desenhar carros “estranhos” para marcar novas tecnologias, mas a Toyota fugiu à regra para o novo Prius. A quarta geração do híbrido perdeu o estilo “caixa” e ganhou design atual, marcado por elegante curva do teto, agora dois centímetros mais baixo. Mas o principal é que a empresa trabalha numa versão flex para o motor a combustão, aquecendo a possibilidade de o modelo vir a ser montado no Brasil.
A especulação é alimentada pela recenteaprovação, pelo governo federal, da isenção do Imposto de Importação para automóveis elétricos e híbridos plug-in. "Sem dúvida, esses incentivos vão facilitar o acesso desses carros ao consumidor", reconhece Ricardo Bastos, diretor de relações governamentais da Toyota no Brasil.

O modelo é o primeiro a usar a nova arquitetura global da Toyota (TNGA). O capô do motor também baixou 6,2 cm, a extremidade traseira 5,5 cm e o piso do porta-malas, 11 cm, o que contribuiu para ampliar sua capacidade em 56 litros, segundo a Toyota. O carro ganhou ainda 6 cm no comprimento. As alterações no projeto levaram o centro de gravidade do modelo para mais perto do piso, com benefícios para a estabilidade.
Um carro novo, e não só no conjunto ótico de desenho arrojado. Houve avanços naquilo que o motorista nem pode ver, como reforços estruturais, peças de alumínio e estampadas a quente e a suspensão traseira de braças duplos. A rigidez torcional melhorou em 60%, afirma a Toyota, que promoveu ainda redução de perdas na transmissão e eficiência nas baterias.
O novo Prius foi avaliado no circuito de Fuji, no Japão, que já abrigou provas de Fórmula-1. O carro parte no modo elétrico, em silêncio e com torque vigoroso. Quando o motor 1.8 VVT-i a gasolina acorda, seu ruído é contido, mas a aceleração é animadora; junto com o elétrico, a potência total é de 170 cv. Para oferecer mais satisfação ao volante, a Toyota oferecer aogra no modelo dois modos de condução, Normal e Sport.
O carro mostrou-se equilibrado nas curvas mais fortes do autódromo, e obediente ao percorrer a 50 km/h um slalon montado na pista. A direção é leve na medida certa, e a carroceria inclina pouco.
O interior do  modelo também foi redesenhado e ganhou mais equipamentos. O aspecto de um painel de espaçonave foi mantido e reforçado com a tela do computador multifunções, agora com 4,2 polegadas e gráficos em alta resolução coloridos. Entre os itens de conforto, há ar-condicionado digital, sistema multimídia e o head up display, que projeta informações do carro no parabrisa. O controle de cruzeiro adaptativo ficou mais sofisticado, há sistema anticolisão, alerta de cruzamento e monitoramento de pontos cegos.
A nova versão do Prius começa a ser vendida no Japão agora, nos EUA em fevereiro de 2016 e na Europa em seguida. O Brasil também está na rota: Bastos afirma que o carro deve desembarcar por aqui em um ano: "Com certeza ele estará no Salão do Automóvel de São Paulo", afirmou o executivo.
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Analises/noticia/2015/11/aceleramos-o-novo-prius.html

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sucessor do Renault Clio é flagrado no interior de São Paulo

Kwid já é vendido na Índia, partido do equivalente a R$ 15,3 mil.
Por aqui, deve chegar apenas em 2017, com motor 1.0 de três cilindros.

Renault Kwid, flagrado pelo internauta Marcio Rogerio Roncaglia (Foto: Marcio Rogerio Roncaglia / VC no AutoEsporte)

Recém-lançado na Índia, o Renault Kwid foi flagrado pela primeira vez no Brasil, pelo internauta Marcio Rogerio Roncaglia. As fotos foram feitas na cidade de Valinhos (SP). O subcompacto aparece com camuflagem leve, adesivado e com o logotipo da Renault coberto.
De acordo com Roncaglia, o modelo possuia direção do lado direito, assim como os modelos que rodam na Índia. "Já havia visto ele uma vez neste condomínio empresarial. Algumas empresas ali são fornecedoras de montadoras", comentou.
Mesmo com o disfarce, é possível ver traços da carroceria, portas e maçanetas, claramente inspirados no Sandero.
A maior diferença, contudo, está nos faróis, mais esguios e na traseira, com lanternas menores.

Fonte: http://g1.globo.com/

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Processo nos EUA liga 13 mortes a sistema de partida sem chave

Ação coletiva é contra 10 montadoras.
Alvo são carros que continuam ligados quando motorista sai do veículo.

Sistema de partida sem chave, por meio de botão (Foto: Divulgação/Nissan)


O sistema de partida sem chave, normalmente feita por meio de um botão, foi chamado de "mortal" em uma ação coletiva na Justiça dos Estados Unidos contra 10 montadoras: BMW, Fiat Chrysler, Ford, General Motors, Hyundai/Kia, Honda, Mercedes-Benz, Nissan, Volkswagen e Toyota.

Consumidores criticam o fato de que os carros podem continuar ligados mesmo que o motorista deixe o veículo, o que pode levar até à morte por intoxicação com monóxido de carbono em ambientes fechados, dizem eles. Há 13 mortes ligadas a essas situações, aponta a ação.
A condição para que a partida sem chave funcione é que o controle remoto do carro esteja dentro dele, no bolso do motorista, por exemplo, ou num raio de alcance próximo. No processo, advogados citam casos em que o carro permaneceu ligado mesmo após o motorista estacionar na garagem e sair do veículo, fazendo com que o CO2 expelido pelo escapamento invadisse a casa.A possibilidade de incidentes desse tipo cresce quanto mais silenciosos são os motores, apontam os autores do processo, especialmente no caso dos carros híbridos, que podem funcionar só com o motor elétrico (que não emite poluentes e nem faz barulho), mas ativam o propulsor a combustão quando a carga da bateria acaba.
Muitos sistemas de partida sem chave atuais têm dispositivos que cortam o funcionamento do motor quando o controle remoto não está dentro do carro. Outros dão um alerta sonoro quando o motorista deixa o veículo com o motor ligado.
Recentemente, a General Motors convocou um recall do híbrido Volt 2011 a 2013, para solucionar justamente essa questão.
Mas o processo acusa as montadoras de não fazerem nada com modelos mais antigos. O sistema de partida sem chave foi introduzido no país em 2003.
Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia

sexta-feira, 31 de julho de 2015

CHEVROLET CRUZE TERÁ SERVIÇO ONSTAR NO BRASIL ATÉ O FIM DO ANO

Serviço de concierge poderá ajudar motorista a encontrar restaurantes, posto de gasolinas e vários serviços na cidade, até e enviar um alerta avisando do rodízio municipal

Chevrolet Cruze 2015 (Foto: General Motors)

Chevrolet divulgou hoje (30) que o sistema OnStar começará a ser oferecido no Brasil em vários modelos da linha, começando pela gama do Cruze Sport6 e Cruze Sedan. Bastante popular em países como os Estados Unidos, esse serviço chamado de concierge é acionado através de um botão dentro do carro, permitirá ao motorista se conectar com uma central de atendimento, que poderá ajudá-lo a encontrar desde restaurantes próximos a sua localização, até efetuar reservas, detalhar pontos turísticos próximos, condições de trânsito e até lembrar ao motorista das áreas de rodízio.
No Brasil, esse tipo de assistência pessoal é comum em modelos de marcas como BMW e Volvo. Segundo a Chevrolet, a  central de atendimento do OnStar funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, e estará disponível para clientes Chevrolet de todo o país que possuam a tecnologia habilitada em seus veículos.

Para contatar um atendente do OnStar em qualquer hora do dia, basta o motorista pressionar um botão localizado na base do espelho retrovisor central do carro ou fazê-lo por meio do aplicativo do smartphone. O OnStar é um avançado sistema de telemática, que independe da conectividade com o celular, e oferece serviços de emergência, segurança, navegação e conectividade.
http://revistaautoesporte.globo.com/
Fonte: 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Fiat 500 com visual renovado ganha faróis de LED e 7 airbags


Foram feitas cerca de 1.800 modificações, segundo a fabricante.Faróis de LED e 7 airbags são de série no 500 europeu.OKNovo Fiat 500 (Foto: Divulgação)Novo Fiat 500 (Foto: Divulgação)Novo Fiat 500 (Foto: Divulgação)A Fiat mostrou nesta sexta-feira (3) o novo visual do 500, que ganhou mais itens tecnológicos e de segurança, entre eles faróis de LED, sistema multimídia com 6 alto-falantes e 7 airbags de série em todas as versões na Europa.Os motores disponíveis aos europeus são duas opções de 0.9 litro turbo, com 86 ou 106 cavalos de potência, e uma opção 1.2 com 70 cv.No mercado brasileiro, o compacto retrô é vendido atualmente apenas com motor 1.4, com 85, 105 ou 167 cv (versão Abarth), com preços de R$ 48 mil a R$ 81 mil.Novo Fiat 500 (Foto: Divulgação)Embora não pareça ter mudado tanto assim, a Fiat afirmou que foram feitas cerca de 1.800 alterações no modelo. No exterior, as mais aparentes são os faróis de LED e redesenhos na grade frontal e na traseira.As medidas continuam as mesmas: 3,57 metros de comprimento, 1,63 m de largura, 1,49 m de altura e 2,30 m de distância entre-eixos.O primeiro 500 foi lançado em 4 de julho de 1957. Esta geração chegou exatamente 50 anos depois e agora ganha retoques para seguir competindo com Mini e DS3.A nova versão do 500 começa a ser vendida na Europa em setembro. Segundo informou a Fiat, o modelo comercializado no Brasil não sofrerá as alterações, pelo menos por enquanto, já que é importado do México.Por: http://g1.globo.com/



terça-feira, 2 de junho de 2015

Nova central multimídia da Volks estreia com o Fox 2016

Motor 1.0 de três cilindros passa a equipar versões de entrada.
Ar-condicionado agora é item de série em todas as versões.
Linha 2016 do Fox tem como destaque nova central multimídia (Foto: André Paixão/G1)
A Volkswagen apresentou nesta terça-feira (2) a linha 2016 do Fox. Sem mudanças visuais, a principal alteração fica por conta da nova central multimídia, com possibilidade de espelhamento de aparelhos móveis com os sistemas operacionais Android, do Google e iOS, da Apple.
Também houve mudança nos equipamentos e versões. Todas as versões passam a ter, de série, ar-condicionado. Os preços começam em R$ 42.890 (versão Trendline). Além disso, houve uma redução na oferta de opcionais, para simplificar a escolha do cliente.
Nas motorizações, o motor 1.0 de quatro cilindros, antes disponível nas configurações Trendline e Comfortline deixa de ser oferecido. Em seu lugar, entra o propulsor de três cilindros, já oferecido na versão BlueMotion.
Ele desenvolve até 82 cavalos, com etanol, contra 76 cv do quatro cilindros. Além da potência maior, há tecnologias como duplo comando de válvulas, variável na admissão, bloco de alumínio e sistema de partida a frio.
onectividade
O Fox 2016 estreia uma nova tecnologia da marca, chamada de App Connect. Trata-se do primeiro veículo vendido no país a contar com espelhamento de tela do celular para as tecnologias Android Auto, CarPlay e MirrorLink.
Com a central, é possível fazer ligações, receber e enviar mensagens, utilizar aplicativos de redes sociais e música e fazer D a tela do carro como browser. Já com os aplicativos da própria Volkswagen, da pra encontrar estacionamentos próximos, criar um registro de como o motorista dirige, além de outras funções. Aparelhos Android e iOS ainda possuem aplicativos próprios.
Sem Waze e Android Auto
Como a tecnologia Android Auto ainda não está disponível no Brasil, os aparelhos Android ainda devem utilizar o MirrorLink.
Outro aplicativo que ainda não é permitido no país é o Waze, já que o programa possui interação com outros usuários, e pode causar a distração dos motoristas.
Há uma alternativa, entretanto. A Volks disponibiliza um programa semelhante, chamado de Sygis, que também fornece informações de trânsito em tempo real.
As centrais são oferecidas como opcionais a partir da versão Trendline. A opção sem navegação e comandos de voz sai por R$ 2.150, e com navegação, R$ 2,9 mil. Os modelos estarão nas lojas na próxima semana.
Preços
Fox Trendline 1.0 (82 cv) - R$ 42.890
Fox Comfortline 1.0 (82 cv) - R$ 45.490
Fox BlueMotion 1.0 (82 cv) - R$ 45.790
Fox Trendiline 1.6 (104 cv)- R$ 46.390
Fox Comfortline 1.6 (104 cv) - R$ 48.990
Fox Highline 1.6 (120 cv) - R$ 53.490
Fox Pepper 1.6 (120 cv) - R$ 54.120
Fox CrossFox 1.6 (120 cv) - R$ 62.490
Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2015/06/nova-central-multimidia-da-volks-estreia-com-o-fox-2016.html

domingo, 3 de maio de 2015

NOVO JEEP NACIONAL DEVE SER REVELADO NO SALÃO DE DETROIT 2016

Fabricado em Pernambuco, projeto 551 substituirá o Compass e será posicionado entre Renegade e Cherokee, com preços iniciais entre R$ 90 mil e R$ 100 mil
Jeep Compass (Foto: Lucas Momosaki / Autoesporte)
No ano passado, Autoesporte antecipou a nova picape da Fiat, por enquanto conhecida como projeto 226. Será o segundo modelo fabricado em Goiana (PE) e está previsto para chegar ao mercado em outubro. Em 2017, será a vez do substituto do Compass, o terceiro modelo a ser produzido na planta pernambucana, conforme antecipamos em primeira mão ainda em 2013. Nomeado como projeto 551, o utilitário será posicionado entre o Renegade e o Cherokee, tanto em relação ao porte quanto aos valores de mercado. Estima-se um preço inicial entre R$ 90 mil e R$ 100 mil, de acordo com fontes. O veículo começa a ser produzido entre janeiro e fevereiro nos Estados Unidos e sua estreia pública pode acontecer no primeiro salão de 2016, o de Detroit (Estados Unidos), onde também substituirá o Patriot.
Por aqui, podemos esperar pelo lançamento até o início de 2017, de acordo com fonte ligada ao fabricante, até porque o projeto de adaptação em conjunto com os Estados Unidos está em pleno vapor desde 2014. Inclusive, o inédito utilitário médio é tratado como novo Compass pela engenharia da Fiat, mas podemos esperar por um novo nome, conforme já antecipou Sergio Marchionne, chefão do grupo Fiat "No momento, a capacidade de produção permanecerá de 45 carros por hora, para os três modelos. Temos ideia de crescer com os três modelos ou, no futuro, com um quarto modelo. Não temos limitação para o futuro. Podemos decidir de última hora e, em dez meses, por exemplo, estar aptos a introduzir um novo modelo. Para o terceiro modelo, podemos considerar janeiro ou frevereiro do ano que vem como inicio da produção", afirmou Denny Monti, diretor de engenharia e manufatura da marca, em entrevista à Autoesporte.
O quarto automóvel será um médio de geração mais nova que o atual Viaggio/Ottimo, que seguem em testes no Brasil, segundo nosso caçador de segredos, Marlos Ney Vidal. Porém, seu lançamento ainda está distante, será por volta de meados de 2017. A base utililizada será basicamente a do Renegade, conforme antecipou Denny no pré-lançamento do jipinho pernambucano.
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/


domingo, 29 de março de 2015

NOVO OU USADO: RENAULT SANDERO

Vale a apostar na versão 1.0 do novo Sandero ou no hatch anterior com roupa aventureira e motor 1.6? Confira quem se sai melhor nesse duelo

Novo ou usado: Renault Sandero (Foto: Divulgação)
Apesar de ter ganho um visual repaginado no ano passado, o novo Sandero manteve o conjunto mecânico do antecessor. Com 80 cv de potência e 10,5 kgfm de torque, com etanol, o motor 1.0 flex fica no limite para embalar o hatch de 1.013 kg. O câmbio manual de cinco marchas também fica devendo engates mais macios e justos, mas evoluiu em relação à geração anterior. Ainda assim, o motor 1.6 16V flex do Stepway 2013 lhe cai melhor. Com 106 cv e 15,5 kgfm, o quatro cilindros oferece maior fôlego para  encarar ladeiras e rodar com o carro carregado. Para ter uma ideia, o hatch aventureiro acelera de 0 a 100 km/h em 12 segundos, enquanto o Expression 1.0 faz o mesmo em 14,4 segundos. As retomadas do veterano também são melhores. Ele gasta 7,4 segundos para ir dos 40 km/h para os 80 km/h, ao passo que o hatch mais novo precisa de 8,6 s para completar a prova.
A Renault aproveitou a renovação do Sandero para aumentar a lista de equipamentos do hatch. A versão intermediária Expression oferece além dos obrigatórios airbag duplo, freios ABS, itens como direção hidráulica, ar-condicionado, travas e vidros elétricos, banco e volante com regulagem de altura, abertura interna do porta-malas, rádio integrado com CD, MP3 Player, entradas USB e auxiliar e conectividade Bluetooth, computador de bordo, iluminação do porta-malas e porta-luvas e rodas de aço de 15 polegadas. A princípio a lista é maior que a ofertada pelo modelo Stepway. De série, o veterano traz direção hidráulica e ar-condicionado, mas não oferece de série os vidros traseiros elétricos e o rádio integrado. Existe, no entanto, a maior parte dos modelos seminovos à venda na faixa dos R$ 36 mil já vêm equipados com esses opcionais, mais bancos de couro e volante multifuncional. Portanto, há um empate técnico nesse quesito.
Outro ponto em que o novo Sandero leva a melhor. Mais refinada, a cabine do novato oferece materiais de melhor qualidade e uma montagem mais bem cuidada. Outra melhoria em relaçâo ao antigo Sandero foi o isolamento acústico. O modelo aventureiro possui visual e detalhes de equipamento diferenciados em relação às outras versões de sua geração, mas fica um pouco aquém em relação ao hatch renovado.
Com 2,59 m de entre-eixos, espaço interno sempre foi o principal mote do Sandero, seja na nova ou na antiga geração. O novato, no entanto, oferece melhor ergonomia. Já o veterano aventureiro tem a vantagem de oferecer uma posição ao volante mais alta. Outra vantagem do Stepway é a suspensão elevada. O aventureiro é cerca de 5 cm mais alto que o novo Sandero. Isso garante a ele melhor desenvoltura para passar sobre lombadas e vias esburacadas, sem comprometer o conforto a bordo. Segundo nossas medições, ambos contam com porta-malas generoso de 342 litros.
Nas revendas e sites de pesquisa, é possível encontrar o Stepway 2013 1.6 com até 30 mil quilômetros rodados por menos de R$ 36 mil. Já o modelo novo, na versão Expression 1.0, está sendo vendido com descontos de cerca de R$ 1.700, saindo por R$ 37.500. As condições para comprar o modelo novo também são interessantes, a Renault está oferecendo taxa zero para quem pagar 60% no ato da comprar e parcelar o restante em até 36 meses.
Se você conseguir comprar um Sandero usado com motor 1.6 e ar-condicionado com menos de 40 mil quilômetros rodados, você gastará com as três próximas revisões (dos 40 mil, 50 mil e 60 mil quilômetros) R$ 3.124. Já quem optar por levar o modelo zero quilômetro para casa irá desembolsar nas primeiras três revisões R$ 1.307.
O seguro do Stepway usado pesa mais no bolso. O custo médio é do seguro para um homem, casado, de 35 anos, morador da zona sul de São Paulo, sem classe de bônus, é de  R$ 2.850 (7,8% do valor do carro). Já a apólice para o novo Sandero sai por cerca de R$ 2.670 (6,8% do preço do hatch).
Vencedor
A versão aventureira do Sandeiro acaba sendo uma melhor opção de compra, pois leva a melhor em quesitos como desempenho e conteúdo, custando um pouco menos que a versão intermediária do novato 1.0. Pelo porte e a proposta de carro espaçoso, o motor 1.6 faz a diferença no dia a dia na cidade, especialmente com o carro cheio. A suspensão elevada também é um aspecto diferenciado em relação ao hatch novo usual. O ponto negativo, no entanto, é o alto valor da apólice do seguro.


Motorização
Naturalmente, o Stepway também bebe mais que o modelo, mas a diferença não é tão grande quanto poderia ser. Prova de que o atual motor 1.0 da Renault precisa urgentemente de uma atualização. Em nossos testes, o aventureiro aferiu médias de 8,3 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada, contra 8,5 km/h e 11,9 km/l do rival de 80 cv.
Equipamentos
Acabamento
Conforto
Oferta
Manutenção
Seguro

segunda-feira, 2 de março de 2015

LAND ROVER DEFENDER GANHA SEIS RODAS PARA O SALÃO DE GENEBRA

O jipão terá motor V8 com 430 cavalos de potência e opção de quatro níveis de blindagem








Flying Huntsman (Foto: Divulgação)
O estúdio de Design Project Kahan apresentará conceito Defender 6x6 no Salão de Genebra, que começa no dia 3 de março. O jipão da Land Rover ganhou seis rodas e será concorrente direto modelo G63 AMG 6x6 da Mercedes.Batizado de Flying Huntsman, o SUV é uma modificação feita no chassi do Defender pela equipe de design do Project Kahan. Para receber o terceiro eixo, o carro foi alongado 1,2 metro e sua carroceria ficou maior, com 80 cm a mais na traseira, 40 cm extras no capô e 15 cm na largura.Flying Huntsman (Foto: Divulgação)Flying Huntsman (Foto: Divulgação)



















































Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2015/03/land-rover-defender-ganha-seis-rodas-para-o-salao-de-genebra.html





O Huntsman ganhou um motor V8 de 430 cavalos de potência e câmbio automática de seis velocidades. De acordo com a Kahn, o jipão terá cinco versões, incluindo cabine aberta e picape. O modelo aparece com a opção de quatro níveis de blindagem, suportando até tiros de fuzil calibre 7.62 mm.






sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Renault Mégane RS - Esportivo francês quer queimar asfalto no Brasil

Cupê francês Mégane RS deve chegar em 2015 com motor 2.0 turbo de 265 cavalos capaz de fazer 254 km/h e disputar espaço com Golf GTI e Civic SI. Conheça detalhes do foguete da Renault
Esportivo francês deve chegar ao Brasil em 2015 (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
Bruto. A palavra é a definição mais simples para o Mégane RS, cupê esportivo que a Renault planeja importar para o Brasil em 2015. E o termo pode ser aplicado tanto para o conjunto mecânico preparado pela divisão Renault Sport, como para o design com apelo musculoso e visceral.


O flerte com o mercado nacional começou em 2013, mas o passaporte ainda não foi carimbado. No entanto, parece mais próxima a opção do brasileiro em comprar o esse hot hatch. O francês metido a valente vai disputar espaço com Volkswagen Golf GTI e Honda Civic SI, além do Hyundai Veloster, que deve retornar ao Brasil com motor turbo. 
Vamos logo às credenciais: o Mégane RS é equipado com motor 2.0 16V turbo com injeção direta que rende 265 cavalos de potência e 36,7 kgfm de torque. A carroceria é cupê de duas portas com massa de 1.387 kg. O câmbio é manual de seis velocidades. Segundo dados da fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6s com máxima de 254 km/h.
Design
“É um Veloster?” A pergunta foi repetida em diversos momentos durante o teste por quem desconhece o modelo, ainda inédito no Brasil. O enigma termina ao constatar o logotipo Renault. Não dá para negar a semelhança na traseira entre os dois futuros rivais, graças às pequenas janelas laterais e a parábola formada pela tampa traseira, além da saída de escapamento central. O coreano por sua vez, tem a inusitada terceira porta.
O Mégane RS tem aparência imponente e musculosa, com vincos marcantes. O spoiler dianteiro possui uma enorme entrada de ar, cortada por uma lâmina aerodinâmica vermelha com luzes diurnas de LED nas extremidades. O elemento faz referência à Fórmula 1, segmento que a Renault Sport também atua. Fechando o conjunto, faróis de xenônio com máscara negra e o logotipo R.S.
Por fim, a traseira é dominada pelas lanternas com elementos quadrados. O para-choque traseiro possui um extrator de onde surge a saída central de escapamento. E claro, aerofólio integrado à tampa do porta-malas.
Tanto que a Renault dispôs rebatimento elétrico dos retrovisores, câmera de ré e sensores de estacionamento traseiros e dianteiros no Megàne RS. Esses itens devem ser mantidos na versão que será importada ao Brasil.
O modelo possui 4,31 m de comprimento, com 1,80 m de largura e 2,64m de entre eixos. O tanque de combustível leva 60 litros. 
O interior segue o padrão da linha Mégane, que é replicado na cabine do Renault Fluence no Brasil. No entanto, detalhes lembram do sangue esportivo. O destaque são os bancos dianteiros no formato concha, com ajustes elétricos e aquecimento, que seguram bem o corpo dos ocupantes em curvas mais fechadas.
No painel, apliques de fibra de carbono, logotipo Renault Sport e um filete vermelho, cor aplicada também nas costuras do volante revestido em couro e na manopla de câmbio. Há ainda uma marcação cinza no meio do volante para orientar o motorista durante curvas e slaloms. As pedaleiras são são em alumínio e os cintos de segurança são vermelhos. Os instrumentos são analógicos, com velocímetro em preto e conta-giros em branco. Nos dois casos, os ponteiros têm retro-iluminação em vermelho.
VEJA FOTOS DO MÉGANE RS!
E mesmo para um modelo esportivo, o Mégane RS é capaz de levar cinco passageiros com conforto. Os três ocupantes de trás têm bom espaço, inclusive para quem viaja no assento do meio, mas é inevitável uma sensação claustrofóbica devido à pequena janela. O porta-malas comporta bons 377 litros.
Segurança
Na construção do cupê esportivo, a Renault não mediu esforços para que o veículo saísse bem no quesito segurança. O modelo oferece controles de tração e estabilidade, que podem ser desligados para uma tocada mais esportiva em pistas. Existem dois pontos Isofix para fixação de cadeirinhas infantis e todos os ocupantes têm cinto de três pontos com pre-tensionadores e encosto de cabeça.
 (Thiago Ventura/EM/D.A Press)

O veículo oferece seis airbags, frontais, laterais e de cortina. E para domar todos os 265 cavalos, o Mégane RS vem equipado com freios Brembo, com discos ventilados nas quatro rodas. No eixo dianteiro, os discos são frisados para melhorar ainda mais a eficiência.
Ao volante
À exemplo da família Mégane/Fluence, o cupê possui chave cartão presencial. Ao se aproximar do veículo, as portas são destravadas e o os retrovisores rebatidos voltam eletricamente à posição normal. Para dar a partida, basta pisar no freio e apertar o botão Start/Stop. 
Bom espaço para quem vai atrás e bom volume no porta malas (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
Bom espaço para quem vai atrás e bom volume no porta malas

O ronco do bloco 2.0 16 válvulas já denuncia o apetite por velocidade. Trata-se da mesma família de motor que equipava o finado Fluence GT de 180 cavalos. No entanto, virabrequim, pistão, e bielas foram sobredimensionados e pressão do turbo ampliada.
O veículo não possui seletor para modos de condução, como ‘econômico’, ‘conforto’ ou ‘esportivo’ para ajustes de desempenho e suspensão, sistema encontrado no Golf GTI, por exemplo. Isso porque o Mégane RS está no ‘Sport’ o tempo todo! É um carro feito para as pistas. Uma leve pisada e o modelo dá um tranco.
A suspensão privilegia a estabilidade e o veículo é socado no chão, com enormes pneus 235/35Z R19. O comportamento em curvas é exemplar, com segurança para cumprir a trajetória. Infelizmente, devido às condições das ruas e rodovias brasileiras, o carro sofre e todas as imperfeições da via são repassadas para os ocupantes.
Rodas de liga leve de 19
Rodas de liga leve de 19" e freios Brembo

O torque do modelo é fenomenal: o máximo de 36,7 kgfm aparece com 3.00 rpm, mas 80% já está disponível com 1.900 rpm. O resultado é um bom desempenho em arrancadas, capaz de grudar os ocupantes no banco. Em todas as marchas há força de sobra, em retomadas e aceleração. Facilmente o giros sobem para 7.000 rotações ao pisar fundo.
A direção é elétrica e progressiva de acordo com a velocidade. O câmbio manual de seis marchas tem engates precisos, mas a embreagem é dura. Durante o trajeto em trechos congestionados, realmente incomoda. A caixa manual aliada ao motor 2.0 turbo é diversão pura com o carro à mão. 
Mégane RS ou A29 Super Tucano: quem acelera mais rápido? (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
Mégane RS ou A29 Super Tucano: quem acelera mais rápido?

Na Europa, não há discussão, carro esportivo é manual. Mas no Brasil o consumidor pode ficar na dúvida ao fazer um investimento acima de R$ 100 mil sem o conforto.A Volkswagen, por exemplo, comercializa o Golf GTI com câmbio automático de seis marchas, assim como Veloster. Já outro rival, o Civic SI também possui caixa manual de seis marchas.
O consumo está de acordo com a proposta do veículo. Em nosso percurso total, com 430 quilômetros com trechos urbanos congestionados e vias expressas, o Mégane fez 7,5 quilômetros por litro. Há possibilidade de obter médias melhores, mas a vocação do modelo é a velocidade.
Modelo quer bancar onda com motor de 265 cavalos (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
Modelo quer bancar onda com motor de 265 cavalos

Mégane x Super Tucano
Para testar o ímpeto do bloco 2.0, levamos o Mégane RS ao Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa (PAMA-LS), na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A base aérea da Força Aérea Brasileira (FAB), possui uma pista de pouso de 1.825 m de comprimento e opera, dentre outras aeronaves, com o Embraer A-29 Super Tucano, um caça leve de ataque e reconhecimento armado.
Se a medida tradicional de aceleração é até os 100 km/h, nesse desafio a meta é chegar aos 180 km/h, velocidade de decolagem do A-29. Com o Mégane RS posicionado na cabeceira da pista, foi dada a largada. O cupê francês chegou ao ponto de decolagem mais rápido que o caça, impressionando os militares que acompanharam o teste. Ao final chegamos aos 200 km/h com o modelo, confiando na eficiência dos freios Brembo. Já o avião corta os ares com máxima de 590 km/h. Guardada as devidas proporções entre as duas máquinas, o veredicto: dois ótimos brinquedos para quem curte velocidade e adrenalina.
Design visceral e musculoso também na lateral (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
Design visceral e musculoso também na lateral

Rivais
O Renault Mégane RS terá como concorrentes o Volkswagen Golf GTI com motor 2.0 turbo de 220 cavalos, o Honda Civic SI, com motor 2.4 aspirado de 206 cavalos e Hyundai Veloster Turbo, que deve chegar com o bloco 1.6 GDI de 204 cavalos. O Golf GTI tem preços desde R$ 103,8 mil a 139,8 mil (com todos os opcionais). O Civic SI vale R$ 119, 9 mil.
Uma opção ainda mais envenenada (e cara) é o Mitsubishi  Lancer Evolution X, com motor 2.0 turbo de 295 cavalos e 37,3 kgfm de torque a 3.500 rpm. O sedã japonês tem preço sugerido de R$ 213,9 mil.
Na Europa, modelo passou por reestilização, mas conjunto mecânico como o do modelo testado foi mantido. O novo Mégane RS já foi flagrado no Brasil, que aumenta expectativa de chegar ao mercado (Renault/Divulgação)
Na Europa, modelo passou por reestilização, mas conjunto mecânico como o do modelo testado foi mantido. O novo Mégane RS já foi flagrado no Brasil, que aumenta expectativa de chegar ao mercado

Conclusão
O Renault Mégane RS é um legítimo puro sangue esportivo e caso a marca francesa decida importá-lo será uma ótima opção para quem de fato deseja um modelo de alto desempenho em tracks days. Não é um carro prático para o dia a dia, mas possui linhas quem chamam bastante atenção. Na Europa, o veículo custa 32 mil euros. Resta saber por quanto será vendido no Brasil e o custo/benefício ante os rivais. Para quem curte acelerar, é diversão garantida.
FICHA TÉCNICA:
Renault Mégane RS 2013/2014
Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.998 cm³, turbo, com quatro cilindros em linha, 16V, comando duplo de válvulas no cabeçote, comando de válvulas variável na admissão. Tração dianteira
Transmissão: Câmbio manual de seis velocidades.
Potência: 265 cv a 5.500 rpm.
Torque máximo: 36,7 e kgfm entre 3 mil e 5 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 6,0 segundos.
Velocidade máxima: 254 km/h.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson com braço inferior retangular, manga-de-eixo independente e barra estabilizadora. Traseira por eixo de torção com barra estabilizadora e molas helicoidais. Oferece controle de estabilidade.
Freios: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD.
Pneus: 235/35 R19.
Dimensões: 4,29 metros de comprimento, 1,85 metro de largura, 1,43 metro de altura e 2,63 metros de entre-eixos
Peso: 1.387 kg.
Capacidade do porta-malas: 377 litros.
Tanque de combustível: 60 litros.
Principais itens de série: Airbags frontais, laterais e de cortina, controles de tração e estabilidade, botão de partida, ar-condicionado automático bi-zona, central multimídia com GPS, computador de bordo, direção elétrica, trio elétrico.
Mégane RS é um convite para acelerar fundo. Vai encarar? (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
Mégane RS é um convite para acelerar fundo. Vai encarar?



A incógnita é o preço. A estimativa é que o veículo seja vendido em torno de R$ 120 mil, mas pode variar entre R$ 100 mil e R$ 160 mil de acordo com a configuração. Existem duas versões do Mégane RS: a Sport, com bancos elétricos e câmera de ré e a Cup, um pouco menos racional e voltada para as pistas. A unidade testada é a Sport.



Escapamento central  e aerofólio integrado à tampa traseira (Thiago Ventura/EM/D.A Press)


Na lateral, os para-lamas são alargados, ligados por saias esportivas com o filamento vermelho. As duas enormes portas traduzem maior esportividade, com rodas de liga-leve escuras de 19 polegadas. A linha de cintura alta e a caída de teto íngreme resultam num corte abrupto da janela traseira tornando o modelo um legítimo cupê esportivo.

O design esportivo, contudo, se mostra pouco prático no dia-a-dia. As pequenas janelas traseiras e a enorme coluna C dificultam a visão nas manobras e mesmo em conversões durante o trajeto. A boa largura que ajuda nas pistas, atrapalha nas balizas. 
Vida a bordo

O volante tem boa pegada e os controles estão à mão. É fácil achar boa posição ao dirigir e há memória para três regulagens no banco elétrico. Após rebater o assento para acesso aos ocupantes de trás, o banco do motorista retorna eletricamente. Apesar da plataforma cupê, há bom espaço para quem vai ao banco traseiro. Outro opcional interessante são os bancos dianteiros no estilo concha, da Recaro, mais esportivos ainda, mas sem os ajustes elétricos.










Fonte: http://estadodeminas.vrum.com.br/app/noticia/teste/2014/12/29/interna_teste,50404/renault-megane-rs-esportivo-frances-quer-queimar-asfalto-no-brasil.shtml